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Um Toque

Toque

Por Aldemir Chaves*

Muito tem se falado da eficácia, e com razão, das massagens energéticas, tais como Shiatsu, Tui Na, Massagem Ayurvédica etc., mas, pouco se fala do Toque, o Tocar e ser Tocado.  O Toque é o primeiro dos cinco sentidos desenvolvido. Desde o útero, iniciamos o despertar dessa habilidade - já é comprovado que a partir da sétima semana de gestação podemos sentir o Toque. O estímulo na pele é altamente benéfico ao nosso organismo fazendo com que ele funcione em toda a sua plenitude. Durante o trabalho de parto as contrações do útero nos "massageiam" em todo o processo do nascimento. Esse desenvolvimento continua quando o bebê é acariciado pelos pais, principalmente pela mãe, sendo o ato da amamentação um momento mágico: o bebê está com o seu corpo colado ao da mãe, sentindo todo o calor e carinho que é transmitido por ela. Durante todo o nosso desenvolvimento, as demonstrações de carinho e afeto passados pelos nossos pais, através do Toque, permitem que nos sintamos mais seguros, autoconfiantes, fazendo com que nos tornemos seres humanos melhores. Mas, esta nossa vida moderna e agitada nos afasta desse contato, uma vez que o corre-corre do trabalho, estudo, academia etc., não nos deixa tempo para o Toque. O tratamento formal do dia a dia deixa-nos arredios. Quando alguém nos dá um abraço mais carinhoso... ficamos desconfiados... afinal, perdemos o hábito do Toque. As terapias que utilizam o contato físico terapeuta-paciente proporcionam a recuperação desse sentimento, o paciente se sente mais protegido fazendo com que o terapeuta sinta melhor suas reações. Isso é muito importante para o tratamento, possibilitando que o paciente descubra o seu corpo, percebendo todas as suas sensações, a sua tonicidade, rigidez, regiões mais sensíveis que antes não eram sentidas. O Shiatsu proporciona tudo isso, pois, durante a sessão, o contato físico e energético é constante, é uma troca mútua, fazendo com que o shiatsuterapeuta conduza o seu tratamento de forma adequada, de acordo com as reações do paciente, pois cada indivíduo reage de maneira diferente à técnica e cabe ao terapeuta adaptá-la para que o tratamento tenha o resultado esperado.

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