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Qualidade de Vida nas Empresas

Qualidade de Vida no Trabalho Atualmente, percebemos que as pessoas estão mais atentas ao próprio estilo de viver e questionam mais a sua Qualidade de Vida, com isso estão procurando aprender a manter o equilíbrio no dia a dia, buscando sempre melhorar o processo de interiorização de hábitos saudáveis, aumentando a capacidade de enfrentar os desafios impostos, vivendo mais consciente e harmônico em relação ao meio ambiente, às pessoas e a si mesmo. Em contrapartida, as organizações perceberam esse movimento e decidiram investir em Programas de Qualidade de Vida, proporcionando aos seus Colaboradores melhores condições de saúde e felicidade, contribuindo para o aumento do desempenho e produtividade organizacionais.

Dentro deste contexto, diversas ações e técnicas (Acupuntura, Shiatsu Tradicional, Shiatsu Expresso, Alongamento, Ginástica Laboral, entre outras) estão sendo oferecidas aos Colaboradores durante o seu horário de expediente – atividades que tratam o ser humano de forma global, promovendo o equilíbrio entre Mente, Corpo e Espírito – estão ganhando cada vez mais espaço no ambiente organizacional. Ao levar estas propostas até às organizações, estamos contribuindo para a mudança de hábitos e comportamentos que muitas vezes o dia a dia atribulado contribui para que nosso bem-estar fique em segundo plano.
É sabido que se trata de um trabalho de semear e regar a “plantinha” da sensibilização e da conscientização para que a transformação ocorra. No entanto, este é o caminho, pois as Empresas já perceberam que o indivíduo feliz e harmonizado é um verdadeiro agente de mudanças, é integrador, é motivado, é produtivo e isto resulta em um ambiente saudável, alegre e, como conseqüência, ocorre a melhoria na qualidade dos produtos e serviços oferecidos aos clientes, sem falar na redução do índice de absenteísmo, custos com seguro saúde, deslizes no desenvolvimento dos projetos etc. banner blog - empreenda em QV AQUI VAI UMA DICA PRECIOSA: reflita sobre o bem-estar de seu Colaborador. Seja um verdadeiro agente de mudança. Promova momentos em sua organização em que a Qualidade de Vida de sua equipe possa ser aprimorada! Você vai gostar do resultado! Invista em seu maior patrimônio: a sua equipe de Colaboradores!!!

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Guerra de agulhas – Entrevista Revista Epoca

aldemir_site_post Em maio do ano 2.000 dei uma entrevista para a revista Época sobre a polêmica do exercício da Acupuntura no Brasil. Na ocasião tramitava no Congresso um projeto de lei visando a restrição da prática. Somente os médicos poderiam exercê-la.
Bem, como podemos constatar, o projeto não passou de um projeto. Continuamos agindo dentro da legalidade e, melhor, levando saúde e bem-estar para os nossos pacientes. Boa leitura para todos! "Guerra de agulhas Técnicos e médicos brigam para definir quem pode exercer a profissão de acupunturista no Brasil GLEISE SANTA CLARA O confronto entre acupunturistas e médicos terá novo round até o final de junho. A arena da disputa será o plenário do Senado. Os parlamentares preparam-se para votar o substitutivo do senador Geraldo Althoff (PFL-SC), que reserva aos médicos, dentistas e veterinários o mercado de trabalho em acupuntura. Se virar lei, os 20 mil técnicos em atividade no país só serão autorizados a continuar atendendo caso comprovem pelo menos três anos de atividade na área. E ainda ficarão sujeitos ao controle dos conselhos regionais de medicina. Quem não se encaixar nos novos padrões será banido da profissão.  O projeto foi aprovado no mês passado pela Comissão de Educação do Senado. Se o plenário o aprovar, restará a votação na Câmara. A batalha será longa. Até agora, os médicos levaram a melhor. Argumentam que a terapia das agulhas é invasiva e requer diagnóstico clínico, tarefa que cabe a profissionais formados em universidades. "Houve episódios em que dores nas costas foram tratadas como problema corriqueiro, quando, na verdade, escondiam doenças graves, como câncer ou tuberculose", diz o médico homeopata Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura. "Se ocorrer um erro médico, quem será responsabilizado?" Por muito tempo se disse que a acupuntura, uma prática curativa importada do Oriente, não tem fundamento científico. Mas o número de pacientes cresceu, assim como o de consultórios especializados. Em 1995, o Conselho Federal de Medicina acabou por reconhecê-la como especialidade.  banner blog - moxa Os técnicos se defendem e exibem estatísticas segundo as quais foram registradas, no mundo, apenas 138 complicações relacionadas à prática das agulhas, nos últimos 26 anos. Lembram que a acupuntura e a medicina ocidental não têm mesmo afinidades culturais. "Quem trouxe a prática para o Brasil foram os orientais", diz Aldemir Ricardo Filho, técnico conhecido no Rio de Janeiro. O cirurgião vascular Wu Tou Kwang, que tem uma escola de acupuntura em São Paulo, acha um exagero reservar o mercado para os médicos. "Existem escolas de má qualidade, mas isso se resolveria com controle e regulamentação dos cursos." Até os pacientes opinam. A assistente social Suzana da Cunha faz acupuntura desde 1996. Foi paciente de dois médicos, mas há dois anos recorreu aos serviços de um técnico, por recomendação de uma amiga. "Os médicos não tinham sensibilidade", afirma. Enquanto a disputa não se define no palco da política, os dois lados selam um acordo nos bastidores: formados ou não, aqueles que manejam agulhas precisam ser profissionais acima de qualquer suspeita.  Perfil do profissional  A formação dos acupunturistas 

  • Nos EUA, a formação fica a cargo das universidades
  • No Japão, a tarefa também cabe a faculdades de medicina
·  No Brasil, além de médicos especializados, há técnicos em acupuntura" Veja a matéria no site da Revista Época clicando no link abaixo: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI159390-15257,00-GUERRA+DE+AGULHAS.html

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