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A vida e um Doce

final de verao No FIM DO VERÃO, época em que o tempo está mais abafado e a UMIDADE predomina, ocasionando uma certa preguiça, principalmente depois do almoço. Para a Medicina Oriental(Chinesa) esta é uma estação diferente (CANÍCULA), compreendida do final de fevereiro ao início do outono. É a estação do BAÇO-PÂNCREAS (na Medicina Oriental é considerado como um único órgão), nela temos alguns fatores em comum: a vontade de comer DOCE; àquela PREOCUPAÇÃO constante, o pensamento que não sai da cabeça; sensação de peso, principalmente nas pernas e nas articulações.

Muitas vezes sentimos tudo isso mas, por essa nossa vida agitada e cheia de compromissos, não damos conta que devemos sempre estar integrados com a natureza, pois somos parte dela. Com o passar do tempo esses sintomas podem evoluir para um hematoma, principalmente na perna, pequenos esquecimentos e nos casos mais avançados ptose (queda) de vísceras, pois o BAÇO-PÂNCREAS é, segundo a Medicina Oriental, o responsável por manter o sangue nos vasos e os órgão no lugar, além de controlar os músculos e os quatro membros. Este é, sem dúvida, um dos meridianos mais afetados no mundo moderno, principalmente nas grandes cidades.
Aqueles que procuram manter uma alimentação saudável e próprias para esta estação – Cenoura, batata, beterraba, peixe e aves, evitando doces, frituras e leite e derivados – visitas regulares ao Shiatsuterapeuta ou Acupunturista, exercícios como Tai Chi Chuan, manter-se em lugares arejados e alegres, evitar a umidade, andar descalço na TERRA (elemento do BAÇO-PÂNCREAS) poderão evitar as desarmonias causadas pelo desequilíbrio do meridiano do BAÇO-PÂNCREAS.

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Guerra de agulhas – Entrevista Revista Epoca

aldemir_site_post Em maio do ano 2.000 dei uma entrevista para a revista Época sobre a polêmica do exercício da Acupuntura no Brasil. Na ocasião tramitava no Congresso um projeto de lei visando a restrição da prática. Somente os médicos poderiam exercê-la.
Bem, como podemos constatar, o projeto não passou de um projeto. Continuamos agindo dentro da legalidade e, melhor, levando saúde e bem-estar para os nossos pacientes. Boa leitura para todos! "Guerra de agulhas Técnicos e médicos brigam para definir quem pode exercer a profissão de acupunturista no Brasil GLEISE SANTA CLARA O confronto entre acupunturistas e médicos terá novo round até o final de junho. A arena da disputa será o plenário do Senado. Os parlamentares preparam-se para votar o substitutivo do senador Geraldo Althoff (PFL-SC), que reserva aos médicos, dentistas e veterinários o mercado de trabalho em acupuntura. Se virar lei, os 20 mil técnicos em atividade no país só serão autorizados a continuar atendendo caso comprovem pelo menos três anos de atividade na área. E ainda ficarão sujeitos ao controle dos conselhos regionais de medicina. Quem não se encaixar nos novos padrões será banido da profissão.  O projeto foi aprovado no mês passado pela Comissão de Educação do Senado. Se o plenário o aprovar, restará a votação na Câmara. A batalha será longa. Até agora, os médicos levaram a melhor. Argumentam que a terapia das agulhas é invasiva e requer diagnóstico clínico, tarefa que cabe a profissionais formados em universidades. "Houve episódios em que dores nas costas foram tratadas como problema corriqueiro, quando, na verdade, escondiam doenças graves, como câncer ou tuberculose", diz o médico homeopata Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura. "Se ocorrer um erro médico, quem será responsabilizado?" Por muito tempo se disse que a acupuntura, uma prática curativa importada do Oriente, não tem fundamento científico. Mas o número de pacientes cresceu, assim como o de consultórios especializados. Em 1995, o Conselho Federal de Medicina acabou por reconhecê-la como especialidade.  banner blog - moxa Os técnicos se defendem e exibem estatísticas segundo as quais foram registradas, no mundo, apenas 138 complicações relacionadas à prática das agulhas, nos últimos 26 anos. Lembram que a acupuntura e a medicina ocidental não têm mesmo afinidades culturais. "Quem trouxe a prática para o Brasil foram os orientais", diz Aldemir Ricardo Filho, técnico conhecido no Rio de Janeiro. O cirurgião vascular Wu Tou Kwang, que tem uma escola de acupuntura em São Paulo, acha um exagero reservar o mercado para os médicos. "Existem escolas de má qualidade, mas isso se resolveria com controle e regulamentação dos cursos." Até os pacientes opinam. A assistente social Suzana da Cunha faz acupuntura desde 1996. Foi paciente de dois médicos, mas há dois anos recorreu aos serviços de um técnico, por recomendação de uma amiga. "Os médicos não tinham sensibilidade", afirma. Enquanto a disputa não se define no palco da política, os dois lados selam um acordo nos bastidores: formados ou não, aqueles que manejam agulhas precisam ser profissionais acima de qualquer suspeita.  Perfil do profissional  A formação dos acupunturistas 

  • Nos EUA, a formação fica a cargo das universidades
  • No Japão, a tarefa também cabe a faculdades de medicina
·  No Brasil, além de médicos especializados, há técnicos em acupuntura" Veja a matéria no site da Revista Época clicando no link abaixo: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI159390-15257,00-GUERRA+DE+AGULHAS.html

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Acupuntura – Uma terapia surpreendente

Acupuntura A acupuntura costuma surpreender os pacientes, pois o nosso diagnóstico e a forma que vemos e tratamos o paciente difere bastante das outras formas de terapias, principalmente as ocidentais. Começando na primeira consulta onde buscamos o diagnóstico na visão oriental, baseados em relatos profundos da pessoa, desde o seu nascimento, como se alimenta, as suas emoções, convívio social, dentre outros. Verificamos também o pulso e a língua, fundamentais no tratamento. A partir daí, selecionamos os pontos e a metodologia de tratamento, podemos também utilizar recursos complementares, tais como: Moxa (utilização de calor através da erva artemísia), Ventosa (sucção da pele através de pequenos potes) e Shiatsu.

As agulhas são inseridas e deixadas no local, manipulando-as regularmente para estimular a Ki (energia que percorre os seres vivos, segundo a visão oriental), por isso pedimos ao paciente que não se alimente imediatamente antes da sessão ou que não esteja faminto. Após alcançado o objetivo, retiramos as agulhas.
Nas sessões seguintes, normalmente após uma semana, fazemos a evolução do tratamento, analisamos o pulso e a língua e a melhora alcançada, caso seja necessário, alteramos os pontos e a técnica utilizada, que não eram possíveis na sessão inicial, devido ao estado do paciente. Estas sessões duram em torno de 1 hora, de acordo com o paciente e, ao final da consulta, ele sabe que por todo esse período foi ouvido e que cuidamos dele e não de sua queixa. Por isso ele fica surpreendido, surpreendido e feliz.

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