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Guerra de agulhas – Entrevista Revista Epoca

aldemir_site_post Em maio do ano 2.000 dei uma entrevista para a revista Época sobre a polêmica do exercício da Acupuntura no Brasil. Na ocasião tramitava no Congresso um projeto de lei visando a restrição da prática. Somente os médicos poderiam exercê-la.
Bem, como podemos constatar, o projeto não passou de um projeto. Continuamos agindo dentro da legalidade e, melhor, levando saúde e bem-estar para os nossos pacientes. Boa leitura para todos! "Guerra de agulhas Técnicos e médicos brigam para definir quem pode exercer a profissão de acupunturista no Brasil GLEISE SANTA CLARA O confronto entre acupunturistas e médicos terá novo round até o final de junho. A arena da disputa será o plenário do Senado. Os parlamentares preparam-se para votar o substitutivo do senador Geraldo Althoff (PFL-SC), que reserva aos médicos, dentistas e veterinários o mercado de trabalho em acupuntura. Se virar lei, os 20 mil técnicos em atividade no país só serão autorizados a continuar atendendo caso comprovem pelo menos três anos de atividade na área. E ainda ficarão sujeitos ao controle dos conselhos regionais de medicina. Quem não se encaixar nos novos padrões será banido da profissão.  O projeto foi aprovado no mês passado pela Comissão de Educação do Senado. Se o plenário o aprovar, restará a votação na Câmara. A batalha será longa. Até agora, os médicos levaram a melhor. Argumentam que a terapia das agulhas é invasiva e requer diagnóstico clínico, tarefa que cabe a profissionais formados em universidades. "Houve episódios em que dores nas costas foram tratadas como problema corriqueiro, quando, na verdade, escondiam doenças graves, como câncer ou tuberculose", diz o médico homeopata Ruy Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura. "Se ocorrer um erro médico, quem será responsabilizado?" Por muito tempo se disse que a acupuntura, uma prática curativa importada do Oriente, não tem fundamento científico. Mas o número de pacientes cresceu, assim como o de consultórios especializados. Em 1995, o Conselho Federal de Medicina acabou por reconhecê-la como especialidade.  banner blog - moxa Os técnicos se defendem e exibem estatísticas segundo as quais foram registradas, no mundo, apenas 138 complicações relacionadas à prática das agulhas, nos últimos 26 anos. Lembram que a acupuntura e a medicina ocidental não têm mesmo afinidades culturais. "Quem trouxe a prática para o Brasil foram os orientais", diz Aldemir Ricardo Filho, técnico conhecido no Rio de Janeiro. O cirurgião vascular Wu Tou Kwang, que tem uma escola de acupuntura em São Paulo, acha um exagero reservar o mercado para os médicos. "Existem escolas de má qualidade, mas isso se resolveria com controle e regulamentação dos cursos." Até os pacientes opinam. A assistente social Suzana da Cunha faz acupuntura desde 1996. Foi paciente de dois médicos, mas há dois anos recorreu aos serviços de um técnico, por recomendação de uma amiga. "Os médicos não tinham sensibilidade", afirma. Enquanto a disputa não se define no palco da política, os dois lados selam um acordo nos bastidores: formados ou não, aqueles que manejam agulhas precisam ser profissionais acima de qualquer suspeita.  Perfil do profissional  A formação dos acupunturistas 

  • Nos EUA, a formação fica a cargo das universidades
  • No Japão, a tarefa também cabe a faculdades de medicina
·  No Brasil, além de médicos especializados, há técnicos em acupuntura" Veja a matéria no site da Revista Época clicando no link abaixo: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI159390-15257,00-GUERRA+DE+AGULHAS.html

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Nossa Filosofia, nossa logomarca

vitruviano_site_1 Nossa filosofia de trabalho está calcada em proporcionar o bem-estar físico e o desenvolvimento intelectual do indivíduo, levando, assim, ao alcance da saúde integral.  Com esse pensamento, adotamos as cores amarela e azul para composição de nossa logomarca. A cor azul nos remete ao cuidado com o corpo e a mente, trazendo harmonia plena, através da aplicação das técnicas terapêuticas aos nossos pacientes.  A amarela reflete a abertura de novos horizontes por meio da informação e conhecimento, propiciados através dos cursos e eventos realizados no Espaço Arte de Curar para todas as pessoas que estão interessadas no autodesenvolvimento. Esta combinação pareceu-nos perfeita  quando idealizamos o Espaço Arte de Curar, porque queríamos abrir um local diferenciado, voltado para um momento único do ser humano que é o encontro consigo mesmo. banner blog - empreenda em QV

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Acupuntura – Uma terapia surpreendente

Acupuntura A acupuntura costuma surpreender os pacientes, pois o nosso diagnóstico e a forma que vemos e tratamos o paciente difere bastante das outras formas de terapias, principalmente as ocidentais. Começando na primeira consulta onde buscamos o diagnóstico na visão oriental, baseados em relatos profundos da pessoa, desde o seu nascimento, como se alimenta, as suas emoções, convívio social, dentre outros. Verificamos também o pulso e a língua, fundamentais no tratamento. A partir daí, selecionamos os pontos e a metodologia de tratamento, podemos também utilizar recursos complementares, tais como: Moxa (utilização de calor através da erva artemísia), Ventosa (sucção da pele através de pequenos potes) e Shiatsu.

As agulhas são inseridas e deixadas no local, manipulando-as regularmente para estimular a Ki (energia que percorre os seres vivos, segundo a visão oriental), por isso pedimos ao paciente que não se alimente imediatamente antes da sessão ou que não esteja faminto. Após alcançado o objetivo, retiramos as agulhas.
Nas sessões seguintes, normalmente após uma semana, fazemos a evolução do tratamento, analisamos o pulso e a língua e a melhora alcançada, caso seja necessário, alteramos os pontos e a técnica utilizada, que não eram possíveis na sessão inicial, devido ao estado do paciente. Estas sessões duram em torno de 1 hora, de acordo com o paciente e, ao final da consulta, ele sabe que por todo esse período foi ouvido e que cuidamos dele e não de sua queixa. Por isso ele fica surpreendido, surpreendido e feliz.

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